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- Central de teleatendimento da Celesc passa a ter mais um ZERO
Os números das centrais de teleatendimento da Celesc receberam mais um ZERO e passam a contar com 11 dígitos, ficando assim: 0800 048 0196 (emergências), 0800 048 0120 (comercial), 0800 048 3232 (ouvidoria) e 0800 0646 4050 (atendimento para deficientes auditivos). Os números das centrais de teleatendimento da Celesc receberam mais um ZERO e passam a contar com 11 dígitos, ficando assim: 0800 048 0196 (emergências), 0800 048 0120 (comercial), 0800 048 3232 (ouvidoria) e 0800 0646 4050 (atendimento para deficientes auditivos). A mudança já aconteceu, mas por enquanto os clientes podem ligar para os telefones novos e antigos, que funcionarão em paralelo até 28 de setembro de 2020, quando os números antigos serão desativados. A alteração está sendo realizada pela operadora que presta serviços de telefonia para a Celesc, em atendimento a Resolução nº 709, de 27 de março de 2019, da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Os clientes da Celesc não precisam se preocupar, pois quando os números de telefone antigos forem desativados, uma gravação vai informar a alteração para quem ligar no [0800] antigo. Essa mensagem ficará por mais três meses, ou seja, até o final do ano de 2020. O que muda para o cliente? A única mudança para o cliente será acrescentar um ZERO logo após digitar 0800. As ligações continuam gratuitas e podem ser realizadas de qualquer telefone fixo ou celular. “Os serviços oferecidos em nossas centrais de atendimento também vão continuar os mesmos”, destaca o gerente do Departamento de Gestão de Clientes e Faturamento da Celesc, Evandro de Paula Santos.
- Governo do Estado distribui medicamentos para intubação a hospitais de todas regiões
O Governo de Santa Catarina distribuiu nesta quinta-feira, 6, um lote com medicamentos do chamado “kit intubação” para 39 unidades hospitalares do estado. O material recebido do Ministério da Saúde irá garantir o atendimento nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A distribuição, que atende a unidades filantrópicas e também a administradas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), foi definida de acordo com os estoques apresentados pelos hospitais na última terça-feira, 4. A SES recebeu do Ministério da Saúde nesta semana um lote com 30.450 ampolas de Fentanil 10 mL, 23.400 ampolas de Rocurônio 5mL, e 38.650 ampolas de Atracúrio 2,5ml para distribuição aos hospitais com leitos UTI ativos para tratamento de Covid-19. A distribuição desta semana garante estoque suficiente para pelo menos 10 dias de consumo, segundo os números apresentados pelos próprios hospitais. Semanalmente, os hospitais com leitos UTI-Covid no estado informam, por meio de formulário eletrônico, o saldo de estoque e previsão de consumo mensal de sua unidade. Os dados são compilados pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) e encaminhados ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde – CONASS. Eles servem de base para o Ministério da Saúde calcular o quantitativo de medicamentos a ser enviado ao estado para distribuição. “Santa Catarina está oficializando o Ministério da Saúde e, com base nas informações de nossas unidades, solicitando a provisão de estoques de medicamentos”, destaca o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro. “É importante reforçar que ações de distanciamento social e de higiene podem frear o ritmo de contágio, permitindo que não utilizemos todas os leitos de UTI disponíveis. A população precisa compreender e colaborar nesse sentido. É um momento em que nos afastamos de quem gostamos ou dos momentos de lazer, mas esse distanciamento é que pode fazer a diferença”, acrescenta Motta Ribeiro. No último dia 23, a SES havia recebido 325 ampolas de Cisatracúrio, besilato 2 mg/mL, ampola 10 mL, que já foram distribuídas. Foram priorizados hospitais com estoque zerado, e, posteriormente, unidades com estoque inferior a quatro dias de consumo.
- 72% dos pais são contrários à volta das aulas presenciais
Com o objetivo de diagnosticar e monitorar as dificuldades e práticas exitosas sentidas pelas famílias pomerodenses que contam com filhos (crianças e adolescentes), em idade escolar, a SEFE (Secretaria de Educação e Formação Empreendedora), aplicou uma pesquisa com 4.580 pais e/ou responsáveis da Rede Municipal de Educação. A Rede Municipal de Educação de Pomerode conta com 4.960 alunos devidamente matriculados, divididos entre a Educação Infantil, Anos Iniciais e Anos Finais. A pesquisa aplicada pela Secretaria de Educação e Formação Empreendedora (SEFE), entre os dias 06 a 13 de julho, contou com a participação de 4.580 pais ou responsáveis, ou seja, 92.4% da integralidade das famílias dos estudantes das escolas municipais e dos centros de educação infantil. A pesquisa versa sobre o andamento das atividades de aprendizagem não presenciais e retorno às aulas na Rede Municipal de Ensino de Pomerode. É possível identificar através da pesquisa, por exemplo, que 52% das crianças e adolescentes são acompanhados pelas mães no momento da realização das atividades de aprendizagem não presenciais. Já o mesmo número de estudantes acompanhados pelos pais é de 21%. Por sua vez, quando questionados se a pessoa que acompanha o aluno consegue auxiliar nas atividades de aprendizagem não presenciais, 82% disseram que conseguem. Por sua vez, 89% revelou que compreende, na maioria das vezes, as propostas apresentadas. Quando a pergunta versa sobre a existência de uma rotina de estudos, ou seja, “um horário específico para as atividades de aprendizagem não presenciais serem realizadas”, 62% dos entrevistados afirmaram seguir um padrão de horário e ritmo de estudos. Quase 60% dos entrevistados identificaram que as crianças e adolescentes apresentam muito interesse pelas atividades elaboradas pelos professores. Da mesma maneira, 56% revelaram que avaliam uma constância mantida no número das atividades. 36% consideram as atividades atrativas. Apenas 3% as consideram “nada atrativas”. Grande parte dos pais ou responsáveis relataram que são eles o suporte buscado pelos estudantes no momento em que surgem dúvidas durante a realização das atividades. Cerca de 46% das famílias afirmou que conseguiu adequar sua rotina, parcialmente, em decorrência da suspensão das aulas presenciais. Mesmo a escola estando organizada para receber os estudantes, utilizando os protocolos de segurança e higiene estabelecidos pelas autoridades de saúde, 72% dos entrevistados se manifestou contrário ao retorno das aulas presenciais no mês de agosto, caso fosse mantida a previsão do Governo Estadual. 75% apontou que, no caso de retorno gradativo, os anos finais deveriam retornar prioritariamente. Para o Secretário de Educação e Formação Empreendedora, Jorge Luiz Buerger, os resultados tabulados foram bastante positivos e caminharam ao encontro das diretrizes implementadas pela SEFE pós pandemia. “Todos tivemos que nos adequar, nos reinventar. A dificuldade do novo é real, mas o ser humano se molda a realidade que o cerca. Os dados da pesquisa revelam que estamos no caminho certo. Que todos nós, pais, professores, responsáveis, educadores, temos os mesmos objetivos, garantir que as crianças e adolescentes saiam deste período com o menor prejuízo possível em sua formação e que mantenham o contato, mesmo que virtual, com os professores e colegas”.




