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72% dos pais são contrários à volta das aulas presenciais

Com o objetivo de diagnosticar e monitorar as dificuldades e práticas exitosas sentidas pelas famílias pomerodenses que contam com filhos (crianças e adolescentes), em idade escolar, a SEFE (Secretaria de Educação e Formação Empreendedora), aplicou uma pesquisa com 4.580 pais e/ou responsáveis da Rede Municipal de Educação.



A Rede Municipal de Educação de Pomerode conta com 4.960 alunos devidamente matriculados, divididos entre a Educação Infantil, Anos Iniciais e Anos Finais. A pesquisa aplicada pela Secretaria de Educação e Formação Empreendedora (SEFE), entre os dias 06 a 13 de julho, contou com a participação de 4.580 pais ou responsáveis, ou seja, 92.4% da integralidade das famílias dos estudantes das escolas municipais e dos centros de educação infantil. A pesquisa versa sobre o andamento das atividades de aprendizagem não presenciais e retorno às aulas na Rede Municipal de Ensino de Pomerode.

É possível identificar através da pesquisa, por exemplo, que 52% das crianças e adolescentes são acompanhados pelas mães no momento da realização das atividades de aprendizagem não presenciais. Já o mesmo número de estudantes acompanhados pelos pais é de 21%.

Por sua vez, quando questionados se a pessoa que acompanha o aluno consegue auxiliar nas atividades de aprendizagem não presenciais, 82% disseram que conseguem. Por sua vez, 89% revelou que compreende, na maioria das vezes, as propostas apresentadas.

Quando a pergunta versa sobre a existência de uma rotina de estudos, ou seja, “um horário específico para as atividades de aprendizagem não presenciais serem realizadas”, 62% dos entrevistados afirmaram seguir um padrão de horário e ritmo de estudos.

Quase 60% dos entrevistados identificaram que as crianças e adolescentes apresentam muito interesse pelas atividades elaboradas pelos professores. Da mesma maneira, 56% revelaram que avaliam uma constância mantida no número das atividades. 36% consideram as atividades atrativas. Apenas 3% as consideram “nada atrativas”.

Grande parte dos pais ou responsáveis relataram que são eles o suporte buscado pelos estudantes no momento em que surgem dúvidas durante a realização das atividades. Cerca de 46% das famílias afirmou que conseguiu adequar sua rotina, parcialmente, em decorrência da suspensão das aulas presenciais.

Mesmo a escola estando organizada para receber os estudantes, utilizando os protocolos de segurança e higiene estabelecidos pelas autoridades de saúde, 72% dos entrevistados se manifestou contrário ao retorno das aulas presenciais no mês de agosto, caso fosse mantida a previsão do Governo Estadual. 75% apontou que, no caso de retorno gradativo, os anos finais deveriam retornar prioritariamente.

Para o Secretário de Educação e Formação Empreendedora, Jorge Luiz Buerger, os resultados tabulados foram bastante positivos e caminharam ao encontro das diretrizes implementadas pela SEFE pós pandemia. “Todos tivemos que nos adequar, nos reinventar. A dificuldade do novo é real, mas o ser humano se molda a realidade que o cerca. Os dados da pesquisa revelam que estamos no caminho certo. Que todos nós, pais, professores, responsáveis, educadores, temos os mesmos objetivos, garantir que as crianças e adolescentes saiam deste período com o menor prejuízo possível em sua formação e que mantenham o contato, mesmo que virtual, com os professores e colegas”.

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